O ex-presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, elogiou Donald Trump pela mediação do recente acordo de cessar-fogo entre Israel e Hamas, mas destacou que sua própria administração também teve papel fundamental na elaboração do plano de paz e na assistência humanitária a Gaza.
O acordo de paz, composto por 20 pontos, entrou em vigor nesta segunda-feira (13/10), incluindo a troca de 20 reféns israelenses por 2 mil prisioneiros palestinos. Em suas declarações nas redes sociais, Biden afirmou que seu governo trabalhou intensamente para trazer reféns de volta, fornecer socorro aos civis palestinos e buscar o fim da guerra, antes de elogiar o esforço de Trump para finalizar o cessar-fogo.
O ex-secretário de Estado, Antony Blinken, reforçou o reconhecimento a Trump, ressaltando que o acordo segue os princípios estabelecidos durante a gestão Biden: nenhuma plataforma para terrorismo, nenhuma anexação, nenhuma ocupação e nenhuma transferência forçada de população, com o objetivo de criar condições para um futuro estado palestino.
A primeira fase do cessar-fogo já começou a ser implementada, incluindo a devolução dos corpos de reféns israelenses mortos. Até o momento, a Cruz Vermelha transportou quatro corpos para Israel, de um total de 28. O governo israelense alerta que qualquer violação dos compromissos será respondida de forma imediata.
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