Apesar do acordo de cessar-fogo com o Hamas, Israel retomou os ataques aéreos e bombardeios em Gaza. O Exército israelense alega que os ataques foram uma resposta a disparos do Hamas contra suas tropas em Rafah, no sul da Faixa de Gaza. O governo israelense classificou a ação como uma violação flagrante do cessar-fogo.
Em retaliação, Israel lançou uma série de ataques aéreos em Gaza, visando posições do Hamas. O Ministério da Saúde de Gaza informou que pelo menos 38 pessoas morreram nos ataques, incluindo mulheres e crianças. Além disso, dezenas ficaram feridas, e várias casas e abrigos de deslocados foram destruídos.
O Hamas negou envolvimento nos disparos contra as tropas israelenses e sugeriu que facções rivais dentro de Gaza possam ter sido responsáveis. A situação permanece tensa, com ambos os lados trocando acusações sobre violações do cessar-fogo. A comunidade internacional expressou preocupação com a escalada da violência e pediu moderação de ambas as partes para evitar um colapso completo do acordo de cessar-fogo.
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